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A Tristeza

Refletindo sobre as possíveis causas da tristeza do ser humano me deparei com algumas:

1 – a série de erros cometidos durante a vida;

2 – o truncamento de suas aspirações pela incapacidade própria para realizá-las;

3 – as limitações de seus recursos e as limitações mesmas dos agentes condutores de seu esforço que promovem os desagradáveis sintomas do fracasso;

4 – as contrariedades de toda ordem, unidas às exigências e necessidades da vida na diária luta por levar uma existência sã;

5 – a econômica – “Não obstante, insistimos em que existem conhecimentos que suprem riquezas, como os há que proporcionam alegrias inexpressáveis. O dinheiro, como tudo quanto o homem possa possuir naturalmente, é fugaz em mãos de quem não sabe usá-lo para que sua vida seja útil e se afirme em uma existência feliz e digna”.(Revista Logosofia nº 15-18-5).

Quais os conhecimentos que proporcionam alegrias inexpressáveis?

Os conhecimentos superiores.

Como alcançá-los?

Com paciência, perseverante e consciente empenho.A ignorância e os erros são cadeias que mantêm oprimido o ser em uma penosa e deplorável escravidão.

Por isso, há dias em que inexplicavelmente experimentamos essa tristeza, essa amargura. A natureza triste passa, então, a fazer parte do quadro psicológico do ser humano.

Quais as circunstâncias que privam o ser de experimentar a sã alegria de compreender a vida e realizar sua alta finalidade?

Não podem ser outras senão as aqui assinaladas como causas.

“… a conseqüência do erro ou da falta é sempre ingrata para o espírito.”

Assim, para se ser feliz temos que evitar cometer erros; cometer, portanto, acertos é uma forma de se ser feliz.

Ser feliz é não truncar nossas aspirações. Para tanto, há que ampliar a capacidade para realizá-las.

Ser feliz é, também, ampliar os recursos e os agentes condutores de nosso esforço.

Ser feliz é superar as contrariedades.

Ser feliz é adquirir conhecimentos superiores, com paciência, perseverante e consciente empenho.

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