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Desarmamento: Sim ou Não?


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05/10/2005

Discussão sobre efeitos e possíveis mudanças a respeito da proibição de porte e comercialização armas de fogo em todo o território brasileiro

É a proibição de comercialização de armas de fogo um avanço ou um retrocesso na sociedade brasileira? Trará os resultados esperados de redução de acidentes e mortes causados por armas-de-fogo? Deixe aqui sua opinião com todos os seus fundamentos.

Dê sua opinião.



Educação
     Se a educação for levada mais a serio.Acredito que o problema com as armas irão ser amenizados, ao passo que o conhecimento é algo essencial para a vida de um ser humano, fazendo com que ao invés de estarem nas ruas pedindo, roubando, matando. Estariam nas salas de aula aprendendo a ter um ofício e não cultuando o ócio...e assim não será necessário votar dizendo sim ou não para as armas. Será necessário lutar para ter melhores governantes e talvez assim a educação ira ter a sua verdadeira importância.
Erika Lamartine  em 23/03/2007 10:02:26
Enganação pura
     O plebiscito realizado em 2005 para a consulta popular sobre a proibição ou não do porte de arma pelos cidadãos nada mais foi que a realização de um grande circo, objetivando tirar de foco a grande crise politica pela qual passava o governo de nosso país. A maioria esmagadora da população votou CONTRA a proibição do porte de arma de fogo. Entretanto, que mudanças efetivas ocorreram na prática? NENHUMA! Isso porque, o Estatuto do Desarmamento, representado pela Lei nº 10.826/2003, em plena vigência no período da realização do plebiscito, era severo o suficiente para impedir que a grande maioria das pessoas possa adquirir uma arma de fogo. Dispõe o art. 4º da referida lei que, para adquirir uma arma de fogo de uso permitido, o interessado deverá, além de declarar a efetiva necessidade, atender aos requisitos mencionados em seus incisos. Com isso, a concessão da autorização para a aquisição de uma arma de fogo fica condicionada à análise discricionária do poder público que, analisando a alegada necessidade do indivíduo, decidirá se o argumento é ou não válido e suficiente para que a autorização seja dada. Traduzindo: o poder público terá discricionariedade para decidir se deve ou não conceder a autorização para a aquisição da arma. Na prática, referida lei foi suficiente para restringir a autorização de aquisição de arma para um número restrito de pessoas, tornando muito difícil, ou melhor, quase impossível, a obtenção da necessária autorização.

    Todos os cidadãos que votaram contra a proibição da comercialização de arma de fogo certamente imaginaram que, com a vitória dessa frente, a população teria a possibilidade de ter uma arma de fogo registrada e com a devida autorização do Poder Público. Grande engano! Ainda que a frente do não tenha sido a vitoriosa, em nada foi alterada a situação dos cidadãos, que continuam sendo proibidos ter possuir e portar armas de fogos, salvo raríssimas exceções. Por outro lado, caso a frente oposta, a do SIM, fosse a vitoriosa, também em nada seria alterada a situação dos cidadãos, que já eram e ainda são, proibidos de possuir arma de fogo.

    Diante de tudo isso, concluímos que o plebiscito realizado apenas serviu para que fossem gastos milhões de reais dos cofres públicos, que poderiam ter sido melhor empregados em medidas com a finalidade de diminuar a desigualdade social, melhorar a educação e, com isso, obter a tão sonhada redução da criminalidade.

    Por todo o exposto, FUI e SOU contra o desarmamento da população.
Elizabeth Zatta  em 06/12/2006 11:18:25


Contra
     Eu acredito qúe com a proibição da venda de armas vai aumentar o contrabando gerando mais poder ao crime organizado. É claro que o bandido não compra arma na loja legalmente e a violência é causado pelos bandidos. Os casos de acidentes com armas de fogo é um problema de educação e não de proibição de venda. Acho, ainda, que a população tem o direito de optar se quer ter ou não uma arma. Não é função do estado tomar essa decisão. Além do que, adiantaria ser proibido se no brasil a pena não previne, não reeduca e pune mal?
Marília Garcia  em 10/08/2006 14:46:23
Contraditório
     Voto Não. Voto consciente de que nada neste país é correto, nenhuma lei é ultizada com vigor e respeitada como deveria ser.  A sociedade não consegue ter a certeza de que os ladrões, as periferias...seriam desarmadas, afinal tantos policiais são comprados, tantos escondirjos para as armas de fogo que nunca são recolhidas. Não há segurança, e não vai haver até que as leis sejam respeitadas, a educação seja literalmente obrigada e exigida, para todos os tipos de cargos. Todos tem o direito de tentar se proteger.
Marília Fávaro  em 04/07/2006 13:03:50
Prevenção
     Se falarmos nos acidentes domésticos, com certeza estes diminuiräo sensivelmente, entretanto, quanto aquela que nos atormenta, a violência urbana, essa näo se resolverá infelizmente, pois apenas o homem de bom senso cumpriria a lei, já aquele desajustado socialmente...

    O Estado-Juiz tem que querer realmente resolver; ter comprometimento, e o Estado-Sociedade colaborar, pois exige também de nós vontade de viver harmonicamente.  Quando isso se manifestar, com certeza iremos viver em uma sociedade mais humana.

    Qualquer atitude do Estado que não esteja realmente compactuada com esses princípios inevitavelmente estará viciada.
Minéia dos Santos  em 04/05/2006 12:42:05


Desarmamento: sim ou não?
     Acho que o desarmamento não é a solução, mas sim a educação, que é a solução para vários problemas brasileiros.
Delcita Chagas Neta  em 30/04/2006 20:17:33
O começo da Solução
     Desarmar é o começo da solução do problema! qualquer ato, que livre um cidadão do perigo da arma de fogo, é benéfico! Porém, o desarmamento não pode ser a única iniciativa para por fim à violência!
Marcus Venicius da Silva  em 22/04/2006 03:43:08
Contra ao Desarmamento
     Todos tem direito e dever. Em linhas gerais, DIREITO é ter uma moradia digna, estudo, saúde e SEGURANÇA, DEVER trabalhar, frenquentar a aula e responsabilidade.
Sandro de Barros  em 02/04/2006 20:26:33
Desarmamento
     A redução das armas na sociedade, só tende a ajudar, tem alguns que pensam que tem que ter uma arma para protejer a sua familia dos bandidos, mais pense comigo se um bandido entra na sua casa e você pega a arma só tende a piorar, pois com isso o bandido com o sangue frio nem ta ai para voce e sua familia, mais voce vem um monte na cabeça, tipo se eu atirar e errar ele vai matar todos. Agora se voce não tiver uma amrma e permanecer em calam voce pode ter a chance maior de sua familia sair ilesa desse cumulo que já está virando rotina, uma coisa comum no nosso Brasil. Então eu sou totalmente a favor do desarmaento, mais não só da população de "bem", e sim do país inteiro coisa que qualquer um até mesmo os menos capacitados sabe que é impossivel, sendo que se o governo tira as armas e as distroi, os próprios policiais vão lá no CRIME e deixa as suas próprias armas, e fala que foi perdida ou o bandido pegou, a polícia vai lá e substitui a arma e assim continua o ciclo. Todos sabem que esse progrma foi uma piada, mais com um fim justo.
Rafael de Moura  em 15/03/2006 12:00:51
A realidade é outra
     Será que adianta mesmo a proibição do comércio de armas no qual todos nós sabemos que o único a se desarmar vai ser o cidadão de bem enquanto isso os criminosos vão continuar bem armados e dispostos a cometer várias barbaridades na nossa sociedade.
Fernando Antonio de Souza Filho  em 28/02/2006 12:57:34
O Problema...
     O problema nunca esteve no objeto "arma", mas sim na "pecinha" atrás dela... (o homem) ... pense nisso!
Rodrigo Alessandro Palamim  em 25/01/2006 03:20:02
Sou favorável e continuo sendo
     Apesar das críticas severas e injustas ao estatuto, defendo arduamente o estatuto pois ele representou um significativo avanço para a sociedade. Gostaria de ressaltar que a população foi extremamente ludibriada por ambas as frentes, sim e não, por não esclarecerem a população o estatuto do desarmamento. A frente do não cometeu o absurdo de dizer que quem já tinha arma registrada em casa, com a proibição não poderia comprar munição. Veja o que diz o artigo 4º, parágrafo 2º do mesmo estatuto:

    "para adquirir arma de fogo de uso permitido, o interessado deverá, além de declarar a efetiva necessidade, atender aos seguintes requisitos: (...)

    2º:" a aquisição de munição somente poderá ser feita no calibre correspondente à arma adquirida e na quantidade estabelecida no regulamento desta lei"

    Sou e continuo sendo favorável a proibição, pois não são poucos os casos de suícidios e crimes banais ocorridos por arma de fogo registradas. A melhor solução, como se sabe, seria um investimento pesado na educação e na saúde, porém, penso que a proibição seria o primeiro passo para uma sociedade livre de armas. Levianos pensam que crime irá acabar. Com proibição ou sem, crime sempre irá existir, por isso,sou favorável a proibição, não resolveria o problema no geral, mas resolveria o problema dos crimes fúteis ou banais e suicídios. Quem não concorda comigo, cito exemplos de torcedores de futebol que brigam por qualquer motivo, imaginem se estivessem todos armados, os maridos que agridem as esposas, que possuem arma, etc....

    A sociedade precisa de justiça e essa justiça não deve ser exercida pelas próprias mãos, pois dizer que o cidadão possui o direito de usar arma, é o mesmo que dizer que o cidadão tem o direito de matar, pois a arma somente possui essa finalidade. Se o estado não garante a segurança para o cidadão, isso não dá o direito do cidadão usurpar o dever do estado. O artigo 144 da constituição ao preceituar que é dever do estado e direito do cidadão a segurança pública, não concede ao cidadão ter o direito de exercer a segurança pública. Todos cometeram o grave equívoco de interpretar uma lei penal extensivamente e vejo isso como uma profunda tristeza, se não for todos, a grande maioria fizeram isso e somente deixo aqui minhas profundas lamentações.
Alexandre e Silva  em 29/12/2005 11:51:54


Apesar do Estatuto nada muda.
     Mesmo com a instituição do Estatuto do Desarmamento nada teve, efetivamente, de mudança no país.

    Isso faz que com medidas drástics sejam tomadas em relação às armas. Falar sobre os crimes solucionadas, sobre mentiras estatísticas é bastante simples, entretanto, visar melhora social poucas fazem. Nota triste a vitória do não, tendo em vista o fato de que todos, indiscriminadamente, que citam a perda do direito, esquecem-se que o direito maior é o direito à vida, o qual é inibido por armas.

    Sem fazer apontamentos, creio que importante seria a reflexão do paradoxo e das opiniões confusas de quem usa tal argumento. Dessa forma, continua a vitória do loobie em detrimento das possibilidades de alcance de melhoras.
Diego Santos  em 02/12/2005 11:35:40


O cidadão tem o direito de matar?
     Será que existe alguma pessoa no mundo que tenha o direito de matar? Nós estamos abrindo mão de um direito?  Realmente o direito a arma é um direito? 
Marcus Ferreira  em 22/10/2005 11:45:00
Falsas estatísticas
     É muito fácil falar que a grande maioria dos homicídios que ocorrem no Brasil são por armas de fogo, no entanto, também deveriam falar que tais estatísticas são feitas sobre os homicídios solucionados, que representam aproximadamente 10% de todos os homicídios que ocorrem. Hora, será que os outros 90% também são por armas de fogo? Deveriamos lembrar do ultimo homicídio noticiado nos telejornais brasileiros, em que um colega de faculdade assassinou outro com uma faca de cozinha. Uma ironia em dias que a briga na mídia ocorre entre os que defendem e os que são contra o desarmamento (de armas de fogo). Quero ter meu direito a portar uma arma garantido, mesmo que eu nunca venha a ter uma!
Régis Hartmann  em 20/10/2005 14:43:25
Exijo o meu direito.
     Gostaria de deixar o meu protesto quanto ao referendo, pois deveria ser gasto estes milhões em, dignidade, e respeito ao salário minímo, para o desenvolvimento dos menos favorecidos.   Adianta proibir se o mercado negro vai continuar a fornecer, se vamos proibir que seje tudo que pirateado pelas nossas fronteiras, a propinas, os mensalões, o político que não tem cultura e quando esta dentro é chamdo de doutor, nem sequer sabendo assinar seu nome, que país é esse?

     É muito fácil manipular o cidadão com balelas. 
Robson Santana  em 14/10/2005 18:52:01


Retrocesso
     O Estatudo do Desarmento já é uma lei suficientemente dura em relação à posse de armas. Um bandido não vai cumprir um monte exigências para possuir uma arma legalizada. Não é desarmando o cidadão honesto que se diminuirá a violência, no máximo pode ter uma pequena diminuição nos acidentes domésticos envolvendo armas.
Paulo Andrade Júnior  em 12/10/2005 10:10:11
o absurdo
     Todos que temos noção dos métodos científicos de pesquisa e desenvolvimento de teses sabemos do absurdo que é acusar o armamento legal pelos autos índices de criminalidade. Pois, como sabemos, mesmo nas brigas de vizinhos em que se seguem de morte, a arma utilizada, em sua maioria esmagadora, é ilegal. Proibir o comércio de armas é obrigar o cidadão de bem que necessita de tal proteção a se tornar um criminoso, pois este se verá obrigado, como fazem os bandidos, a comprar sua arma ao tráfico ilícito. Este último, o qual é, realmente, culpado pelos autos índices de morte por arma de fogo.
Luiz Silva  em 07/10/2005 11:15:43


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